Ela tem a personalidade forte, tanto que quando éramos pequenas não conseguíamos olhar na cara da outra. É sincera demais, chata demais, boba demais, e eu aprendi a amar essa menina demais. Ela sempre tem que ter a última palavra, e acredite, ela sempre está certa. E mesmo sendo mais nova é como uma mãe pra mim, sabe cuidar, tem a responsabilidade de uma mulher, às vezes consegue ser carinhosa e engraçada, me atura com as minhas babaquices, não me deixa fazer besteira quando estou bêbada, é praticamente uma mãe/prima/irmã.
Não suporta ver ninguém mal, nem sempre tem as palavras certas para te consolar, mas ela irá ficar do seu lado até o fim. Está sempre no meio dos meninos, e algumas meninas têm até inveja disso, mas acredite é normal. Ela está sempre rodeada de pessoas, e amigos. Porque ela é realmente uma pessoa em que se pode confiar, não é egoísta, sabe ouvir. Comparo-a como o vidro, se cair quebra, mas se você tentar pisar pode te cortar. Pense duas vezes antes de tentar machucá-la, porque antes que ela possa fazer alguma coisa e vou estar lá, sou como um muro se você quiser chegar até ela, vai ter que primeiro passar por mim. E porra, eu posso te quebrar no meio, se liga mermão. Enfim, te amo pequena.
Gabs sobre Mari


Para que levar a vida tão a sério,
se a vida é uma alucinante aventura da qual jamais sairemos vivos.



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theme por nightforsummer; base por stupefys, com alguns detalhes retirados dos themes da elasocurtejackdaniels.

"Você tem medo de se apaixonar. Medo de sofrer o que não está acostumada. Medo de se conhecer e esquecer outra vez. Medo de sacrificar a amizade. Medo de perder a vontade de trabalhar, de aguardar que alguma coisa mude de repente, de alterar o trajeto para apressar encontros. Medo se o telefone toca, se o telefone não toca. Medo da curiosidade, de ouvir o nome dele em qualquer conversa. Medo de inventar desculpa para se ver livre do medo. Medo de se sentir observada em excesso, de descobrir que a nudez ainda é pouca perto de um olhar insistente. Não suportar ser olhada com esmero e devoção. Nem os anjos, nem Deus agüentam uma reza por mais de duas horas. Medo de ser engolida como se fosse líquido, de ser beijada como se fosse líquen, de ser tragada como se fosse leve. Você tem medo de se apaixonar por si mesma logo agora que tinha desistido de sua vida. Medo de enfrentar a infância, o seio que criou para aquecer as mãos quando criança, medo de ser a última a vir para a mesa, a última a voltar da rua, a última a chorar. Você tem medo de se apaixonar e não prever o que pode sumir, o que pode desaparecer. Medo de se roubar para dar a ele, de ser roubada e pedir de volta. Medo de que ele seja um canalha, medo de que seja um poeta, medo de que seja amoroso, medo de que seja um pilantra, incerta do que realmente quer, talvez todos em um único homem, todos um pouco por dia. Medo do imprevisível que foi planejado. Medo de que ele morda os lábios e prove o seu sangue. Você tem medo de oferecer o lado mais fraco do corpo. O corpo mais lado da fraqueza. Medo de que ele seja o homem certo na hora errada, a hora certa para o homem errado. Medo de se ultrapassar e se esperar por anos, até que você antes disso e você depois disso possam se coincidir novamente. Medo de largar o tédio, afinal você e o tédio enfim se entendiam. Medo de que ele inspire a violência da posse, a violência do egoísmo, que não queira repartir ele com mais ninguém, nem com seu passado. Medo de que não queira se repartir com mais ninguém, além dele. Medo de que ele seja melhor do que suas respostas, pior do que as suas dúvidas. Medo de que ele não seja vulgar para escorraçar mas deliciosamente rude para chamar, que ele se vire para não dormir, que ele se acorde ao escutar sua voz. Medo de ser sugada como se fosse pólen, soprada como se fosse brasa, recolhida como se fosse paz. Medo de ser destruída, aniquilada, devastada e não reclamar da beleza das ruínas. Medo de ser antecipada e ficar sem ter o que dizer. Medo de não ser interessante o suficiente para prender sua atenção. Medo da independência dele, de sua algazarra, de sua facilidade em fazer amigas. Medo de que ele não precise de você. Medo de ser uma brincadeira dele quando fala sério ou que banque o sério quando faz uma brincadeira. Medo do cheiro dos travesseiros. Medo do cheiro das roupas. Medo do cheiro nos cabelos. Medo de não respirar sem recuar. Medo de que o medo de entrar no medo seja maior do que o medo de sair do medo. Medo de não ser convincente na cama, persuasiva no silêncio, carente no fôlego. Medo de que a alegria seja apreensão, de que o contentamento seja ansiedade. Medo de não soltar as pernas das pernas dele. Medo de soltar as pernas das pernas dele. Medo de convidá-lo a entrar, medo de deixá-lo ir. Medo da vergonha que vem junto da sinceridade. Medo da perfeição que não interessa. Medo de machucar, ferir, agredir para não ser machucada, ferida, agredida. Medo de estragar a felicidade por não merecê-la. Medo de não mastigar a felicidade por respeito. Medo de passar pela felicidade sem reconhecê-la. Medo do cansaço de parecer inteligente quando não há o que opinar. Medo de interromper o que recém iniciou, de começar o que terminou. Medo de faltar as aulas e mentir como foram. Medo do aniversário sem ele por perto, dos bares e das baladas sem ele por perto, do convívio sem alguém para se mostrar. Medo de enlouquecer sozinha. Não há nada mais triste do que enlouquecer sozinha. Você tem medo de já estar apaixonada."

Fabrício Carpinejar.   (via u-unknown)

(Source: auroriar, via u-unknown)


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"Mas é melhor assim, sabe? Você ai e eu aqui. Sem muita intimidade, sem muito tempo pra se apaixonar novamente."

Guilherme.   (via u-unknown)

(Source: s-i-m-p-l-i-f-i-c-a-r, via u-unknown)


2 hours ago · 45,143 notes · originally from s-i-m-p-l-i-f-i-c-a-r . reblog this

"Talvez você encontre alguém melhor. Com mais maturidade que eu, com menos orgulho, com mais experiência, com menos… Problemas. Alguém que não seja um problema em si. Alguém que vai facilitar tudo pra você, ao invés de dificultar mais ainda, tá me entendendo? Alguém que vai te proteger e afastar de tudo que te assusta, alguém que vai compreender teus medos bobos e que vai te dar colo naqueles teus momentos sensíveis e acessos de choro. Que vai saber as coisas certas pra dizer e a hora certa de dizer também. Que vai respeitar teu tempo e espaço. Que não vai ter orgulho quando se trata de você. Que andaria até a puta que pariu a pé só pra ver teu rosto. Que escalaria o Monte Everest se isso fosse o necessário pra arrancar um sorriso isso de ti. Que iria até o fim do mundo pra conceder teus desejos e vontades. Mas, namoral? Achar alguém que te ame mais do que eu… Isso aí já vai ser difícil. Enfim, boa sorte."

Vinícius Kretek. (via felicidadeadois)

(Source: 27-06, via sobrevivendonoinferno-)


2 hours ago · 58,661 notes · originally from harrybreakslouis . reblog this

"Mas tu faz uma falta enorme quando tá longe, e uma presença insuportável quando tá perto. Eu bebo você, mas depois quero te cuspir."

Robin and Stubb  (via romanteios)

(Source: refez, via seuantigosorriso)


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"Eu senti ciúmes e senti uma falta absurda de você. Mas ainda assim, eu deixei passar em branco. Nenhuma linha sequer sobre isso."

Tati Bernardi.  (via contundir)

(Source: impresumivel, via aflowerasecret)


1 week ago · 16,296 notes · originally from impresumivel . reblog this

(Source: hibisco, via aflowerasecret)


1 week ago · 8,836 notes · originally from hibisco . reblog this

"Eu te amo. Mesmo negando. Mesmo deixando você ir. Mesmo não te pedindo pra ficar. Mesmo não olhando mais nos teus olhos. Mesmo não ouvindo a tua voz. Mesmo não fazendo mais parte dos teus dias. Mesmo estando longe, eu te amo. E amo mesmo. Mesmo não sabendo amar."

Caio Fernando Abreu.  (via noitecer)

(Source: florescerdemim, via aflowerasecret)


1 week ago · 110,172 notes · originally from florescerdemim . reblog this

seuantigosorriso:

 

seuantigosorriso:

 


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"Acelera o passo: amor paciente anda tão escasso."

Eu me chamo Antônio. (via telegrafos)

(Source: Motoshima, via telegrafos)


1 week ago · 1,836 notes · originally from motoshima . reblog this

"Eu não sei, mas acho que a gente olha e pensa: “Quero pra mim”. Mas dá um frio na barriga, um tremor, um medo de depender de alguém, de sofrer, de escolher errado, de lutar por algo que não vale a pena. Porque o coração nem sempre é mocinho. Foi por isso que corri, tentei fugir, mas quando tem que ser, não adianta, será."

 Caio Fernando Abreu.   (via mydelusions)

(Source: beocio, via aflowerasecret)


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